Da Importância dos Jardineiros

“O que é mais importante? O jardim ou o jardineiro? É o jardineiro. Havendo um jardineiro, mais cedo ou mais tarde, haverá um jardim. Um jardim sem jardineiro, logo desaparecerá. O que é um jardineiro? Uma pessoa cujo pensamento está cheio de jardins. O que faz um jardim são os pensamentos do jardineiro.
O que faz um povo são os pensamentos daqueles que o compõem”
Rubem Alves

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Águas da Prata - Cem anos de história

Olhar o passado com carinho e respeito e construir o futuro para que, daqui a cem anos, além do carinho e respeito tenhamos muito orgulho desse nosso pedaço de chão abençoado por Deus.


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Prédios públicos inacessíveis em São João da Boa Vista são o novo desafio da Ong Viva São João


Vídeo produzido pela Viva São João, em parceria com a AVAPED, mostra as dificuldades enfrentadas para o acesso de deficientes físicos aos prédios do poder público em São João da Boa Vista.
A Viva São João condena a falta de acesso aos prédios públicos e cobra providências de todos os poderes.
Quando estávamos gravando o vídeo no Fórum, o Juiz Dr. Heitor responsável pelo Fórum nos esclareceu as providências tomadas, falou sobre a reforma que está sendo realizada no prédio e o prazo de entrega das obras e colocou todo o Fórum a disposição. O Dr. Heitor contou que devido a falta de acessibilidade já foram realizadas audiências na casa dos envolvidos e até mesmo na calçada, do lado de fora do Fórum. Ficou latete a preocupação do Policial Militar que estava na porta do Fórum e do Dr. Heitor, em conseguir atender a todos.
É importante que ao fazer rampas, comprar elevadores, construir banheiros, colocar pisos, pensar no atendimento, ou qualquer providência em relação aos deficientes, que seja consultado os usuários, pois só quem usa conhece as reais necessidades.
A AVAPED está a disposição para ajudar!
Estima-se que são 1.600 deficientes físicos em São João da Boa Vista.
400 usam o transporte da AVAPED para fazer tratamentos, fisioterapia, etc.
AVAPED (Associação de valorização e promoção das pessoas com deficiência)
Telefone: 3631-8832
Site: http://avaped.blogspot.com/
Agradecimento especial pela edição do vídeo: 3DMA Comunicação
Assista ao vídeo. Fonte Ong Viva São João


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Abengoa -Documento entregue ao Consema

Dentro do período regimental de 5 dias úteis após a Audiência Pública para ampliação da ABENGOA, Grupo Ecológico Maitan, a Ong Guará, o Associação Universidade Holística da Mantiqueira e o Movimento SOS Serra das Águas encaminharam ao Consema - Conselho Estadual do Meio Ambiente documento onde fundamenta os questionamentos feitos durante a audiência pública realizada no dia 31 de Agosto de 2011. O documento ainda que assinado somente pelas organizações legalmente constituídas foi feito a muitas mãos e conta com a participação de muita gente. Para dar transparência ao pedido, segue o documento abaixo:

ONGs pedem que ABENGOA formalize pactos sociais e ambientais na ampliação

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Assim se constrói uma cidade cidadã



 
31 de Agosto de 2011 Estudante de Águas da Prata está entre 78 alunos que apresentaram projeto na Câmara Jovem em Brasília  
André Luis Moisés, um estudante de Águas da Prata, tem como destino, Brasília, no próximo dia 26. Ele levará o projeto de lei de sua autoria para o parlamento jovem 2011. A escolha do meio ambiente como tema e a atualidade da proposta levaram André a ser um dos 78 escolhidos para apresentar a idéia na Câmara Jovem e quem sabe até, tê-la aprovada como lei em todo o Brasil. Os alunos da Escola Estadual Timóteo Silva, estão motivados com o resultado do colega, e já se preparam para a competição estadual. A professora fala com orgulho do aluno, e acredita que o debate entre os jovens sobre as questões sociais, ambientais e educacionais ajudam na formação de cidadãos mais conscientes. Agora é torcer pela aprovação do projeto de André em Brasília. Fonte: TV União

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E Davi vence Golias

Abengoa suspende plantio de cana em Águas da Prata
A multinacional Abengoa Bioenergia Brasil, enviou nota à imprensa na tarde desta segunda-feira, dia 29 de agosto, na qual informa que decidiu suspender o plantio de cana na Fazenda Retiro - em Águas da Prata. O motivo é o descontentamento da população que teme que a área arrendada pela multinacional na estrada que leva ao  Pico do Gavião e é rota dos peregrinos do Caminho da Fé  não suporte o tráfego dos caminhões pesados da empresa.
A fazenda arrendada fica às margens do Ribeirão da Prata que abastece a cidade e alimenta o rio Jaguari, que por sua vez forma a Bacia Jaguari-Mirim ,  responsável pelo abastecimento de água em 11 cidades da região. 
Por outro lado, a captação da famosa “Água Prata” também é próxima da Fazenda Retiro e suas nascentes precisam ser preservadas.
Liderados por manifestantes da Ong Guará, os moradores fizeram  um manifesto no dia 24 de julho, no Bosque Municipal e colheram assinaturas para impedir que a Multinacional iniciasse o plantio antes da existência de uma lei que regulamentasse o plantio e com isso protegesse as nascentes, as estradas rurais, a flora e a fauna locais. Pediram também que a vocação da cidade, fosse respeitada.
Essa lei  foi votada e aprovada por unanimidade em primeira votação. A segunda votação seria no dia 25 de agosto.  Porém surgiram dois fatos novos e a Guará pediu que os vereadores suspendessem a votação e que se fizesse uma nova lei, não regulamentando, mas proibindo o plantio de cana em escala industrial no município.
A Câmara atendeu ao pedido e hoje, dia 31 de agosto, em uma audiência pública, em São João da Boa Vista, o diretor da Abengoa, Rogério Ribeiro de Abreu dos Santos  disse que a diretoria da empresa decidiu desistir do plantio na Estância. “É página virada” disse ele.
Fonte: Jornal O Parabrisa e Prata Rainha

domingo, 28 de agosto de 2011

Audiência Pública - Urgente!

Atenção, Águas da Prata, São João da Boa Vista e toda a região,  marquem em suas agendas um compromisso da maior importância:
Dia 31 de agosto, quarta-feira, às 17 horas, no auditório da Fiesp, que fica no prédio da TV União, acontecerá uma audiência pública para ouvir o que a população tem a dizer sobre o pedido da Abengoa, de ampliação da produção de cana na região. Só depois dessa audiência o Conselho de Meio Ambiente dará seu parecer deferindo ou indeferindo o pedido. Águas da Prata já conta com mais de 2 mil assinaturas dizendo que não quer plantio de cana, em escala industrial, na cidade.


Para entender os fatos:
A Abengoa Bionergia pediu à Secretaria de Meio Ambiente autorização para ampliar a capacidade de processamento de 2.600.000 para 3.500.000 de toneladas/safra de cana de açúcar, passando da produção atual de 32.540 metros cúbicos de álcool para 129.600 metros cúbicos. Ou seja, a empresa pede uma ampliação de processamento de mais de 400%. A produção de açúcar também vai crescer e passar dos atuais 234.240 toneladas/safra para 357.896 toneladas/safra.

No entanto, para atender a demanda, a empresa indica que a área agrícola vai crescer apenas mais 2 mil hectares, o que equivale a somente a 20 quilômetros quadrados. De acordo com a documentação da empresa, o plantio passará de 42.334 hectares para 44.117 hectares. .
Os que se deram ao trabalho de ler o Estudo de Impacto ambiental que está no Centro Cultural Pagu, estranharam que o aumento do plantio não acompanhe, proporcionalmente, o aumento de área plantada.
A explicação veio através da Secretaria de Meio Ambiente. Segundo a secretaria, o Estudo de Impacto Ambiental apresentado pela empresa, não prevê expansão agrícola no município de Águas da Prata, local que a Secretaria faz questão de frisar “ que é classificada como área inadequada pelo Zoneamento Agroecológico do Estado”. (porém a terra já está sendo preparada - grifo nosso)
A Secretaria informa que a Resolução SMA 88/08, inclusive, impede que a secretaria sequer receba o pedindo de licenciamento em área inadequada pelo Zoneamento Agroecológico do Estado.
Da posição da Secretaria depreende-se  que, à exemplo dos 170 hectares da Fazenda Retiro, onde a empresa prepara a terra para plantio, pode haver muitas outras áreas sendo preparadas à revelia do pedido de licenciamento.

Sua presença, portanto, é muito importante para que nossa região não se torne um imenso canavial, prejudicando nossas águas, nosso turismo, nossa paisagem, o ar que respiramos e, no caso de Águas da Prata, a vocação da cidade que é todo baseado no turismo saúde, eco esportes (cachoeiras, voo livre) e também tem as nossas estradinhas rurais como rota dos peregrinos do Caminho da Fé.
Vamos dizer não à Abengoa.
Fonte: jornal O Município








sábado, 20 de agosto de 2011

Chamado das Águas - apoteose final

Câmara Municipal de Campinas cassa Dr. Hélio


Prefeito de Campinas é cassado após 44 horas de julgamento

O prefeito de Campinas (a 93 km de São Paulo), Hélio de Oliveira Santos, o Dr. Hélio (PDT), teve o mandato cassado pela Câmara Municipal na madrugada deste sábado (20) depois de uma sessão de julgamento que levou quase 44 horas ininterruptas. A defesa do prefeito vai recorrer na Justiça na tentativa de conseguir uma liminar para que o pedetista continue no cargo.

Eleito duas vezes com o apoio do ex-presidente e amigo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dr. Hélio foi cassado por 32 votos a um no processo que julgava sua responsabilidade administrativa por omissão e negligência em supostas fraudes em contratos públicos.
O único vereador que votou contra a cassação foi Sérgio Benassi (PCdoB). A sessão foi encerrada às 5h35. Para cassar o prefeito, eram necessários os votos de 22 dos 33 vereadores.
Pouco antes da votação, houve confronto entre manifestantes favoráveis e contrários ao prefeito do lado de fora da Câmara quando foi realizado o enterro simbólico de Dr. Hélio. Ninguém ficou ferido. Às 2h50, quando vereadores discursavam a favor da cassação do prefeito, houve interrupção da energia elétrica e a sessão precisou ser suspensa.

Quem assume a prefeitura é o vice, Demétrio Vilagra (PT), que já foi denunciado pelo Ministério Público por formação de quadrilha no mesmo processo que gerou o pedido de impeachment de Dr. Hélio.

Vilagra chegou a ser preso no final de maio ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP). Ele foi solto no dia seguinte após prestar depoimento ao Ministério Público, teve a prisão decretada novamente em junho e permaneceu foragido por cinco dias até conseguir um habeas corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo.
O petista agora deve responder também a um processo de impeachment na Câmara Municipal. Na última quinta-feira (18), o PSOL entrou com um pedido de abertura de Comissão Processante contra Vilagra, e os vereadores já articulam a abertura das investigações conta ele.
Caso o vice também seja cassado, o atual presidente da Câmara, Pedro Serafim (PDT), deverá assumir a administração por 90 dias e convocar nova eleição. 

No início da noite de sexta-feira, a executiva municipal do PT – até então principal aliado de Dr. Hélio – divulgou uma nota na qual recomendou o voto de sua bancada pela cassação do prefeito, expondo um “racha” com o governo do pedetista. No texto, o PT manifestou ainda “confiança” no vice Vilagra.

Dr. Hélio começou a perder apoio político na cidade depois de ver o alto escalão de seu governo envolvido em um suposto esquema milionário de corrupção, que envolvia pagamentos de propinas.
A primeira-dama e ex-chefe de gabinete do prefeito, Rosely Nassim Jorge Santos, é citada pelo Ministério Público como chefe do suposto esquema de fraudes. Ela negou a acusação. O prefeito alegou que desconhecia o suposto esquema e disse acreditar na inocência de sua mulher.
Em maio passado, policiais militares da Rota chegaram a cercar o prédio da prefeitura durante uma operação que resultou na prisão de ex-funcionários públicos e diretores da Sanasa.

Dois secretários que eram braço direito do prefeito também tiveram as prisões decretadas na ocasião: Francisco de Lagos (Comunicação) e Carlos Henrique Pinto (Segurança). Ambos foram exonerados após as denúncias.

A delação do suposto esquema de corrupção foi feita pelo ex-presidente da Sanasa (empresa de saneamento da cidade), Luiz Augusto de Aquino, que foi amigo de infância de Dr. Hélio e tornou-se a principal testemunha no caso. Ele afirmou em depoimento à Justiça que entregava dinheiro de propina “em mãos” à primeira-dama. 
O processo contra os 22 denunciados por formação de quadrilha, corrupção e fraudes, incluindo a ex-primeira-dama, ex-secretários e ex-diretores, segue na Justiça. Dr. Hélio até agora não foi citado no processo por ter foro privilegiado. Agora, caso o pedetista continue sem o mandato, ele pode até ver seu nome ser incluído no processo pelo Ministério Público.

Sessão

A sessão de julgamento – iniciada às 9h de quinta-feira (18) – foi marcada por alguns momentos de tensão entre manifestantes contrários e favoráveis ao impeachment do prefeito. Estudantes chegaram a acampar diante da Câmara para acompanhar todo o processo.

Apenas a leitura do processo – com cerca de mil páginas – levou quase 40 horas, e os vereadores passaram a madrugada de quinta para sexta-feira se revezando na leitura do documento.

Na terça-feira (16), a Comissão Processante da Câmara que investigou Dr. Hélio apresentou relatório no qual pede a cassação do prefeito por causa de três casos investigados pelo Ministério Público: fraudes em licitações em contratos da Sanasa; irregularidades e ilegalidades na aprovação de projetos de loteamento e empreendimentos particulares; e omissão da administração sobre instalações de antenas de telefonia celular.
Para abrigar a sessão, a Câmara teve de montar um esquema especial de segurança. Foram deslocados grupos de guardas municipais para patrulhamento interno e externo e auxílio de policiais militares.

A entrada na Plenária foi controlada. Além disso, houve distribuição de senhas e foi proibida a entrada de pessoas portando faixas, cartazes, apitos e qualquer material contundente.
Aprovada no dia 23 de maio por unanimidade, a Comissão Processante que pediu a cassação de Dr. Hélio foi constituída pelos vereadores Rafael Zimbaldi (PP), Zé do Gelo (PV) e Sebastião dos Santos (PMDB). Os três foram unânimes em pedir a cassação do prefeito no relatório final.

Durante a sessão de julgamento, a defesa de Dr. Hélio abriu mão de usar as duas horas que tinha direito para se manifestar antes do início da votação. 

Uma suspeita da existência de um suposto esquema de compra de votos para evitar a cassação de Dr. Hélio foi divulgada pela imprensa um dia antes do início da sessão e trouxe ainda mais tensão ao julgamento. A Corregedoria da Câmara anunciou que vai investigar o caso.
Fonte: Uol

No show "Chamado das Águas", de José Fernando Entratice, Águas de Prata


Dia 9 de agosto de 2011. O espetáculo "Chamado das Águas", uma iniciativa de Silvia Ferrante, reuniu artistas de Águas da Prata e São João da Boa Vista num encontro de apoio, da região, à luta da pequena estância contra a intenção de se fazer plantio de cana, em escala industrial, pela Abengoa.
Foi uma noite memorável quando a emoção foi a tônica e a "água que sai da pedra", naquela noite brotou dos olhos de quem estava lá.

José Fernando Entratice compôs, especialmente para a ocasião, a música que marcará para sempre essa noite mágica:  "Águas de Prata". A platéia emocionada cantou junto, acompanhou com palmas a presentação perfeita das Caixeiras de São João e a consagração veio em forma de aplauso comovido.
Depois do espetáculo, todos saíram em passeata, cantando até a Câmara Municipal, quando as caixeiras fizeram um canto, louvando aquela casa de leis. Em seguida, cantando outra vez "Águas de Prata", a população depositou flores na porta da Câmara como forma de homenagem ao apoio na luta contra a cana.  Quem esteve lá jamais esquecerá....


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Era o que faltava para acabar com a corrupção


Ministro da CGU defende mudança na legislação para acabar com a impunidade


Brasília - A ampla possibilidade de apresentação de recursos às decisões judiciais faz com que os corruptos no Brasil nunca sejam presos, disse hoje (18) o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage(foto). Para ele, o país precisa mudar as leis processuais para prender os corruptos.

“É preciso acabar com a impunidade”, assinalou, depois de participar da cerimônia de instalação da Câmara Temática de Transparência da Copa 2014, no Itamaraty. “Acabar com a impunidade no Brasil começa com a reforma das leis processuais, com a redução dos recursos, que hoje impedem que um corrupto seja posto na cadeia.” “Um corrupto hoje nunca vai para cadeia, porque é grande a quantidade de recursos que ele pode usar para impedir que a decisão transite em julgado. Além disso, o Supremo [Tribunal Federal] não permite que ele vá para a cadeia antes do trânsito em julgado. Então, o sujeito confia na impunidade”, acrescentou o ministro. Quando os casos de corrupção envolvendo servidores públicos são identificados, ressaltou Hage, o Executivo toma as providências que lhe compete. “No Poder Executivo, o máximo que podemos fazer em termos de punição é a demissão, Já demitimos mais de 3,5 mil e vamos continuar demitindo.”

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Lixo pode ser fonte de energia e de renda


Presidente da Amarribo participa de encontro das Américas em Miami


O  Presidente da AMARRIBO BRASIL Jorge Sanchez(foto), se encontra em Miami representando a entidade em reunião das Américas organizada pela Transparência Internacional. Nessa reunião participam 30 países da América do Sul, Central e do Norte. São três dias de reunião onde serão traçados objetivos estratégicos da Transparência Internacional para a agenda de 2015. São seis, os planos para 2015: 1- Pessoas; 2 Instituições; 3 Leis; 4 Valores; 5 Redes e 6 Impacto.

Os Planos

1. Orientar o maior número de pessoas e aliados em todo o mundo para que atuem contra a corrupção. Envolver as pessoas mais do que nunca - a final, somente as pessoas podem acabar com a corrupção. 
2. Melhorar a implantação de programas anti-corrupção em instituições e em empresas líderes e no sistema financeiro mundial. O desafio é assegurar que os compromissos para frear os corruptos se traduzam em ações e  resultados.
3. Contribur para uma aplicação mais efetiva das leis e reduzir a impunidade para a corrupção.
4. Infundir um maior nivel de integridade na organizações e nas pessoas, especialmente na juventude e àqueles em posição de liderança em todo o mundo. Assegurar um maior compromisso com a integridade e as gerações atuais e futuras em todos os aspectos da vida pública e empresarial.
5. Fortalecer nossa capacidade de trabalhar juntos. Nos esforçarmos para ampliar a base de conhecimentos de nosso movimento. Assim, podermos promover cada vez mais soluções eficientes contra a corrupção, que tenham um impacto real na vida das pessoas.
6. A capacidade de resposta e de desempenho. Capítulos que respondam e funcionem bem. Fortaleceremos o desempenho individual e coletivo de todas as partes dos nossos diversos
movimentos, o que garantirá que teremos uma forte presença e voz na luta contra a corrupção a nível nacional, regional e global.

domingo, 14 de agosto de 2011

Prefeito de Campo Mourão PR tem dez dias para entregar documentos


Juiz diz que Tureck tem 10 dias para entregar documentos ao Observatório Social; descumprimento levará a busca e apreensão


O juiz de Direito, Max Paskin Neto, julgou procedente o mandato de segurança impetrado pelo Observatório Social de Campo Mourão e determinou ao prefeito Nelson Tureck que forneça as informações e documentos requeridos pela entidade. “Caso não seja cumprida a ordem no prazo de 10 (dez) dias, fica autorizado, desde já, busca e apreensão dos documentos, com o reforço necessário para tanto, caso seja necessário”, acrescenta o magistrado no despacho.
A decisão confirmou liminar concedida anteriormente e o Observatório Social recorreu a Justiça depois de não ser atendido pela administração municipal nos reiterados pedidos de cópias de documentos referentes a processos licitatórios realizados pela Prefeitura. Na defesa apresentada a Justiça, o governo municipal alegou que a entidade não tinha interesse no pedido.
Já o Observatório Social de Campo Mourão alegou que a resistência da administração municipal em fornecer os documentos requeridos implica na violação do direito à informações sobre a gestão a “coisa pública”. Com o deferimento da liminar requerida pelo Observatório Social, a Prefeitura alegou a Justiça que o pedido dos documentos foi indeferido pela Coordenação Geral do Município, além de afirmar que tem o direito de exigir que os interessados demonstrem os fins e razões do pedido de informações. Por fim, alegou que é o Tribunal de Contas do Estado é que tem competência para realizar o acompanhamento e monitoramento das atividades do Município “e não uma entidade privada”. O pedido de rejeição da liminar apresentado pela Prefeitura não foi atendido.
Manifestação
O Ministério Público pugnou pela concessão do Mandado de Segurança, manifestando que o Observatório Social busca informações “de interesse da coletividade que deveriam ser passíveis de serem acessadas de forma simples e objetiva”.
Em outro trecho da decisão, o juiz Max Paskin Neto diz que a fiscalização do Tribunal de Contas “não exclui que qualquer cidadão ou entidade possa ter acesso às informações/documentos emanados pela administração pública. O acesso às informações existentes nos órgãos governamentais é assegurado pela Constituição Federal (…) e deve ser o mais amplo possível”, afirma. Lembra ainda que a própria Lei Orgânica do Município garante que seus gentes públicos prestem informações e certidões a todas as pessoas que requererem.
“Os documentos públicos de caráter não sigilosos e de interesse da coletividade, como aqueles cujas cópias a impetrante (Observatório Social) pretendem obter, devem ser fornecidos pela autoridade coatora, em respeito à transparência que norteia , e devem sempre nortear os atos da Administração Pública e, ainda, em atenção ao direito fundamental à informação”, afirma o magistrado no despacho.
Sobre o Observatório Social, Max Paskin Neto acentua: “…a impetrante é uma associação, sem fins lucrativos, que dentre os seus fins, maneja ações com o objetivo de demonstrar maior transparência dos atos praticados pela administração pública, de forma a garantir que a coletividade tenha acesso às informações e com isso, coibir possíveis atos de fraudulentos que possam macular a máquina pública…”.
(Assessoria/Observatório Social)

Águas da Prata é cidade inadequada ao plantio de cana

Em ação conjunta, a Secretaria do Meio Ambiente e de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo apresentaram o primeiro Zoneamento Agroambiental que estabelece as áreas adequadas para o cultivo de cana no território do estado.

Com base na demanda por licenciamento de atividades sucroalcooleiras, estima-se que, até 2010, a cana de açúcar ocupe 6,2 milhões de hectares em São Paulo. Segundo o estudo, o estado comporta a expansão, mas essa só será feita nas áreas sinalizadas e com o cumprimento das novas regras estabelecidas. 

O mapeamento das terras foi feito a partir de critérios ambientais como biodiversidade, presença de águas suterrâneas e superficiais, topografia regional, qualidade do ar e clima, de acordo com o que contempla o Programa Biota/Fapesp

A partir do grau de restrição para instação de novas unidades industriais, o território do estado foi dividido em áreas: 

- adequadas para a cana; 
- com limitações ambientais; 
- com restrições ambientais e 
- inadequadas para a atividade – onde não haverá nenhum tipo de instalação sucroalcooleira. 

Todos os empreendimentos que pleitearem licença ambiental para criação de novas unidades ou expansão das já existentes devem, anteriormente, adequar o manejo de defensivos agrícolas de modo a não contaminar a água captada para abastecimento público.

Além disso, para as áreas adequadas ao plantio de cana, deverão ser realizados estudos que procurem reduzir a utilização de água e protejam e recuperem espécies nativas próximas às nascentes e nas APPs – Áreas de Preservação Permanente. Já nas áreas que apresentam limitações ambientais, ainda é necessário fazer análises das águas subterrâneas e monitorar emissões de poluentes nas chaminés das caldeiras. As unidades licenciadas em áreas que possuem restrições ambientais também devem comprovar sua viabilidade por meio de EIA/RIMA – Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental.



Veja nesses links a situação de Águas da Prata. Na Planilha, procure a lista das cidades inadequadas.  Águas da Prata está depois de Várzea Paulista ( devido ao acento). O primeiro link remete às planilhas e o segundo aos mapas.


http://www.ciiagro.sp.gov.br/Z​oneamento_Agroambiental/Planil​has/ZoneamentoAgroambiental.pd​f


http://www.ambiente.sp.gov.br/​zoneamentoagroambientalcana.pd​f